quarta-feira, 30 de setembro de 2015

ONG brasileira leva prêmio máximo em Festival Latino-Americano de publicidade

Campanha encontrou pedófilos e indicou tratamentos médicos; Ação ganhou destaques na América Latina, Estados Unidos, Europa e Ásia


O Movimento Bandeiras Brancas, ONG fundada em 2012 que busca com ações criativas de comunicação espalhar a paz, foi premiada com o troféu de Ouro na categoria Digital e Interactivo, na última sexta-feira (25), durante o "Festival de La Publicidad Independiente" (FePI), que ocorreu em Rosário, na Argentina.

A campanha “A Última Pesquisa”, idealizada e criada por Brunno Barbosa e pelos publicitários Ricardo Montenegro e Álvaro Carvalho e ao programador Lucas Barbosa, realizou uma ação para 'fisgar' possíveis pedófilos, a partir de uma publicação no site de humor Sensacionalista onde uma notícia fictícia de uma brasileira de 12 anos teria colocaria silicone para posar nua e conseguir dinheiro para viajar para Disney, nos Estados Unidos.

Nos primeiros dias, mais de 70 mil pessoas fizeram o acesso, cujo desfecho é surpreendente. O resultado desse trabalho acabou virando um documentário internacional, que pode ser assistido em: www.aultimapesquisa.bandeirasbrancas.com.br

Em agosto, a campanha, também foi uma das finalistas, entre mais de 17 mil concorrentes, no Festival AD STAR 2015, realizado na Coreia do Sul, quando ficou em destaque ao lado de grandes marcas como Samsung, Heinek.

O trabalho de relações públicas foi realizado pela equipe da Anunciattho Comunicação.

Relembre a notícia:

São Paulo, março de 2015 - O simples fato de compartilhar nas redes sociais ou via aplicativos para celulares vídeos ou fotos com conteúdo sexual envolvendo menores de idade pode resultar em uma pena de três a seis anos de prisão, além de multa. Segundo dados da Safernet, ONG que combate crimes virtuais, o Brasil é o principal consumidor do mundo de pornografia infantil na internet.

O código penal brasileiro considera crime a relação sexual ou ato libidinoso contra menores, e isso não é novidade. O artigo 241-B do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) também é muito claro quanto “adquirir, possuir, compartilhar ou armazenar, por qualquer meio, fotografia, vídeo ou outra forma de registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente", passível de prisão para quem tomar essas atitudes.

Mas além de crime, você sabia que a pedofilia está entre as doenças classificadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS) entre os transtornos da preferência sexual? É o que mostra a campanha mundial da ONG Bandeiras Brancas, que luta contra todas as formas de violência e a favor da cultura de paz no Brasil.

Informação e reação contra abusos

Brunno Barbosa, publicitário, jornalista e idealista da ONG resolveu reagir, testar e informar pessoas de diversos lugares do País sobre o compartilhamento de conteúdos impróprios que estao circulando nas redes sociais e em aplicativos de mensagens de celular. Ele decidiu fazer uma campanha contra o consumo de material pornográfico infantil com usuários da internet para entender qual é o perfil das pessoas que se interessam por esse tipo de conteúdo, conscientizá-las e encaminhá-las para tratamento adequado. Mais de 123 mil pessoas foram impactadas na primeira fase da campanha.

“O maior desafio com esse tipo de campanha é, de fato, impactar os usuários que possuem algum distúrbio, e diferenciá-los de eventuais curiosos”, afirma Barbosa.

Noticia falsa e procura por pedófilos

Em parceria com o portal humorístico Sensacionalista foi publicada uma notícia fictícia de uma menina brasileira de 12 anos que colocaria silicone para posar nua e conseguir dinheiro para viajar à Disney, nos Estados Unidos. A curiosa "matéria" dizia que ela teria feito isso com uma grande promessa de dinheiro e somente apareceria em uma revista russa local, porém, as fotos teriam vazado e estavam disponíveis online para usuários brasileiros. No final do texto, havia um link para as supostas imagens.

Nos primeiros dias, aproximadamente 60 mil pessoas clicaram no link, que redirecionava para uma página onde mostrava a foto do usuário atrás das grades, com o seguinte aviso: “Cuidado, ser voyeur de criança é crime. Não alimente essa indústria criminosa”.

Barbosa conseguiu acesso ao nome, e-mail e fotos dos usuários e, analisando este banco de dados, encontrou pessoas de todos os gêneros e idades. “Essa primeira amostra era muito genérica. Eu precisava chegar a quem realmente faz a busca por conteúdo pornográfico infantil, não somente os curiosos que caíram com a nossa notícia em sua timeline”, explica o idealizador da campanha. Parte da missão estava cumprida: informar ao público em geral.

Quem continuou a procurar por pornografia infantil?

Com a viralização da notícia fictícia, a campanha seguiu conforme a estratégia traçada e a matéria acabou aparecendo primeiro lugar em sites de buscas quando pessoas buscavam "fotos de garotas nuas". Isso serviu como carapuça e finalmente começou a atingir o público alvo. Porém, veio a surpresa, antes de completar 1 mês, cerca de sete mil pessoas buscaram, acessaram a matéria e foram atrás do link com as fotos. O perfil mudou e passou a ser de homens com idades entre 25 e 55 anos. “Entendi que esse era o público-alvo da campanha, era para essas pessoas que eu precisava direcionar os meus esforços”.

Ele coletou, filtrou os dados obtidos e entrou em contato com essas pessoas através de uma página que criou no Facebook. Assim, teve a oportunidade de conversar com mais de 1.600 desses usuários e endereçou-os para clínicas especializadas ou pessoas que poderiam tratar esse tipo de distúrbio. As reações foram diversas.

Informação para diagnóstico e tratamento

Além de crime, pedofilia é um sério transtorno psiquiátrico que precisa ser diagnosticado e tratado corretamente, explica Antonio de Pádua Serafim, psicólogo e coordenador do Núcleo Forense do IPq - Instituto de Psiquiatria HC. “Caracteriza-se por impulsos sexuais muito intensos, fantasias e/ou comportamentos não convencionais recorrentes, capazes de criar alterações desfavoráveis na vida familiar, ocupacional e social da pessoa por seu caráter compulsivo e causam sofrimento ou prejuízo na vida do indivíduo e ao outro”.

De acordo com o especialista em psiquiatria, nem todos os portadores do transtorno são criminosos. “Estudos mostram que a maioria dos portadores de pedofilia pode manter seus desejos em segredo durante toda a vida sem nunca compartilhá-los ou torná-los atos reais. No entanto, se transportam a fantasia para a prática, esta condição se torna potencial fator de risco para a ocorrência de violência sexual”, orienta.

O tratamento é interdisciplinar, envolvendo uma equipe de médicos e psicólogos. “Os médicos vão avaliar a necessidade do uso de medicação, como no caso de pessoas portadoras de pedofilia que apresentam quadros de ansiedade ou impulsividade. Já os psicólogos ajudarão os pacientes a desenvolver estratégias de enfrentamento dos impulsos e desejos sexuais. Mas tudo depende muito da pessoa ter a noção do crime e da violência que está cometendo, estar disposta a se tratar, além de receber a participação ativa da família”.

Impacto e reações

Brunno se diz satisfeito com os resultados que a campanha trouxe. “Tenho recebido até hoje feedbacks de usuários que procuraram médicos e estão em processo de tratamento, agradecendo o apoio. A notícia foi a terceira mais lida do portal em 2014, e um ano após o lançamento da campanha, ainda se encontra em destaque no Google, pessoas acessam diariamente e continuam sendo impactadas”, finaliza o idealizador da campanha.


Depoimentos de usuários impactados pela campanha:

“A curiosidade me levou a procurar fotos e vídeos de crianças, após algum tempo virou obsessão. A campanha me fez repensar essa grande indústria que traumatiza diversas crianças pelo mundo. Vou repensar meus atos”.

“Nunca soube de fato as origens das fotos, depois da campanha, sei que por trás de cada foto houve um crime. E até então, eu estava colaborando para que isso continuar. Parabéns pela grande iniciativa . Vou tentar seguir as suas recomendações”.

“Eu quase me divorciei por causa dessa doença. Com o tempo e o acompanhamento que venho levando, estou me curando. Sou muito grato a vocês. Muito obrigado”.

“No tratamento, acabei sabendo como garantir que não se repita mais minhas ações e agradeço a Deus por esse evolução mental e espiritual”.

erviço:
Vídeo da campanha internacional: http://thelastsearch.bandeirasbrancas.com.br/


Nozes da índia

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Três dicas para executivos no comando das empresas engajarem os clientes

*Por Nathalie Mérand, Gerente de Marketing da Genesys

A experiência do cliente é atualmente reconhecida como um importante investimento empresarial. No entanto, quem está no controle dessa área? Quais são os canais mais críticos? E qual é o impacto medido desse investimento?

Para responder a todas essas questões, a Economist Intelligence Unit (EIU), a pedido da Genesys, realizou um estudo com empresas da América Latina, América do Norte, Ásia Pacífico e Europa em torno da gestão da experiência do cliente e investimentos nesse setor e concluiu que a rentabilidade e retenção de clientes estão diretamente ligados à liderança dos executivos do alto escalão - especialmente os CEOs - nas iniciativas de experiência do cliente, gerando assim resultados reais de negócios.

Com base na pesquisa da EIU, saiba quais são as três dicas essenciais que todo executivo no comando deve seguir para impulsionar a área de experiência do cliente de sua companhia:


Foque no atendimento digital (especialmente no varejo)


Interações frente a frente com os clientes é um modo obsoleto de comunicação. Por esse motivo, tem sido cada vez mais vital que os executivos de alto escalão foquem em canais online (incluindo mídias sociais, chat online, e autosserviços pela web). Apesar de 45% dos entrevistados pensarem que o mais importante é o contato frente a frente com o cliente, apenas 37% deles acreditam que essa máxima permanecerá válida nos próximos três anos.

Entre as ferramentas online disponíveis, as que têm se tornado mais populares são as mídias sociais, com previsão de crescimento de 27% a 35%, e o atendimento online (de 33% a 39%). Os maiores apoiadores das mídias sociais estão no varejo, onde mais da metade dos entrevistados nessa indústria (54%) acredita que elas são as plataformas mais importantes de experiência do cliente. Dentro do alto escalão, os CIOs deveriam ter um papel maior nesse contexto, uma vez que eles podem direcionar melhor os avanços tecnológicos necessários para que a empresa passe a atender seus clientes por meio de todos os canais online.


Medir o ROI é essencial

Simplesmente apostar na experiência do cliente não basta. As empresas precisam também começar a entender quais são os retornos dos investimentos (ROI) na experiência do cliente se quiserem alavancar suas diferentes formas de comunicação.

Do total de entrevistados, 34% disseram não acompanhar o ROI no atendimento ao cliente, embora metade desses executivos ter afirmado que a experiência do cliente é "muito importante". De acordo com as empresas, a principal razão para não acompanhar o retorno sobre os investimentos é não saber como medir o impacto deles. Boa parte relata não conseguir diferenciar uma melhora na experiência do cliente a partir de publicidade ou declínio da reputação de um concorrente, por exemplo.

Porém, muitas vezes a falta de dados pode sinalizar uma liderança enfraquecida. As companhias onde o CIO lidera as iniciativas de experiência do consumidor são as que mais medem o ROI (68%), seguidas pelas empresas onde os responsáveis são os CEO (65%). Quando o chefe de marketing é o responsável, esse índice cai para 52%. Por esse motivo, é importante que os CEOs e suas equipes aumentem a análise desses dados - e convençam os demais a adotarem a tendência de liderar a área de experiência do cliente. Na América Latina a mensuração já é muito importante, com 67% dos respondentes afirmando que acompanham os resultados.


Seja esperto na hora de alocar os recursos

Embora o ROI tenda a ter mais atenção quando o CEO ou o CIO está no controle, é importante para qualquer companhia entender como podem investir melhor na experiência do cliente. Se todo o alto escalão se envolver nessa área, mais soluções positivas podem ser encontradas. Os CEOs e CIOs tendem a ser os mais entusiastas sobre a importância do atendimento online, por exemplo, e isso pode ou não ser apoiado por dados concretos. No geral, 49% dos respondentes da área de TI acreditam que o atendimento online é o mais importante - comparados a apenas 26% de seus colegas da área financeira. Esse tipo de situação é comum, com diferentes áreas evidenciando sua própria linha negócios. Por isso, essa é mais uma razão para o alto escalão investir em uma coleta robusta de dados. Pois saber o que está funcionando, onde há espaço para avanços e quais ações específicas podem melhorar a experiência do cliente de uma empresa permite que as decisões de investimento sejam mais inteligentes. E resultam, teoricamente, em uma melhor experiência para os clientes também.

Sobre a Genesys

A Genesys é líder mundial em soluções omnicanal para contact center e gestão da experiência do cliente, em nuvem e on-premises (local). Com mais de 4.500 clientes em 80 países, a Genesys gerencia diariamente mais de 100 milhões de interações do contact center para o back office, ajudando as empresas a fornecerem um serviço rápido, simples e uma experiência do cliente altamente personalizada em múltiplos canais. A plataforma Genesys Customer Experience também prioriza fluxos de trabalho vindos de qualquer interação do cliente para o back office, processos internos ou aplicativos de negócios, otimizando o desempenho e melhorando a satisfação do cliente. Para saber mais, acesse o nosso site: http://www.genesys.com/pt.


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MARKETING TRADICIONAL MORREU E AS EMPRESAS NÃO PERCEBERAM


O Marketing feito, por fazer não comove mais o público e fazem as empresas gastarem e receberam cada vez menos.

O CEO da Agência ISSO É.com Alex Villaverde fornece seu ponto de vista sobre o Marketing nos dias de hoje, abordando os conceitos do Inbound Marketing.

O Inbound Marketing, nada mais é do que uma abordagem muito mais precisa e eficaz de conquistar clientes no ambiente digital. O conceito tem como base o relacionamento com s pessoas e uma particularidade, fornecer algo de valor, antes de vender.

Ao contrário do modelo de marketing tradicional, que faz uso de estratégias para aumentar as vendas a qualquer custo e de qualquer forma e que pouco procuram fazer com que as pessoas se envolvam com uma marca, aqui o apelo é justamente ao contrário, envolver a pessoa e mostrar a utilidade, utilizando o lado emocional do ser humano.

A ideia básica é fidelizar o público que conhece a marca e relacionar com ele, antes de iniciar um processo de venda. Os empresários brasileiros precisam entender que do outro lado do computador, existem pessoas e estas pessoas possuem vontades, medos, ansiedade, dores e muitas dúvidas.

É provável que a sua empresa seja uma das que ainda não se renderam a esse novo marketing. É provável também que o retorno mais a longo prazo que ações de Inbound trazem justifique o receio que muita gente tem de investir nisso criando uma objeção.

Só que sem trabalho, não há resultado e sem relacionamento no futuro não haverá venda, muitas empresas buscam por um retorno imediato, esse é o principal problema do empresário brasileiro que não consegue realizar um planejamento a médio e longo prazo.

Aumentar as Vendas, fazendo sempre a mesma coisa, com certeza não irá levar a empresa a lugar nenhum, um anúncio num jornal, numa revista, em um outdoor ou um comercial de TV, por exemplo, ainda têm força e considerável importância, mas que garantia mais concreta que você têm de que apenas eles serão capazes de aumentar as suas vendas? Como saber quem está lendo, consumindo este anúncio?

O ideal é reavaliar as estratégias da sua empresa e constatar que vale realmente a pena abrir o leque, isto é, pensar em novas formas de se apresentar ao público, criar uma estratégia a médio prazo e entender que o relacionamento é o Marketing do Presente e futuro.


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Exposição 'As Cinzas da Quarta' questiona a felicidade do Carnaval

"Lago Ness" - foto por Gabriel Quintão

Mostra chega Ribeirão Preto em 2/10 e permanece em cartaz no Museu de Arte Pedro Manuel-Gismondi até novembro


A partir de 2 de outubro (sexta-feira), Ribeirão Preto (SP) sedia a exposição “As Cinzas de Quarta”, de Gabriel Quintão. Realizada pelo Sistema Estadual de Museus (SISEM-SP), instância ligada à Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, em parceria com o Museu da Imagem e do Som de São Paulo (MIS-SP) e a Prefeitura, a mostra será exibida no Museu de Arte Pedro Manuel-Gismondi (Marp). A entrada é gratuita.

Com uma série de fotografias captadas em um terreno da zona norte de São Paulo, onde as escolas de samba abandonam suas criações depois do desfile, a mostra retrata a fragilidade da felicidade do Carnaval e, sobretudo, o esforço dos foliões em sustentarem algo nascido pra morrer após 80 minutos.

No sábado (3/10), às 10 horas, acontece um bate-papo com o fotógrafo Gabriel Quintão. Na conversa, o visitante conhecerá um pouco do processo de produção das imagens, que percorrem o cenário das alegorias, que antes representaram vida no sambódromo e no momento seguinte se decompõem em meio a outras diversas sobras.

A mostra estará em cartaz de terça a sexta-feira, das 9h às 18h, e aos sábados, domingos e feriados, das 12h às 18h. O Museu de Arte Pedro Manuel-Gismondi está localizado à Rua Barão do Amazonas, nº 323. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (16) 3635-2421 ou (16) 3491-0089.

Sistema Estadual de Museus

O Sistema Estadual de Museus (SISEM-SP) congrega e articula os museus do Estado de São Paulo, com o objetivo de promover a qualificação e o fortalecimento institucional em favor da preservação, pesquisa e difusão do acervo museológico paulista. Em mapeamento realizado em 2010, foram listadas 415 instituições museológicas, públicas e privadas, em 190 municípios paulistas. O SISEM-SP se estrutura em torno das premissas de parceria e responsabilidade compartilhada, em que as ações previstas para cada região são concebidas levando-se em conta o contexto, as demandas e as potencialidades locais. É coordenado pela Unidade de Preservação do Patrimônio Museológico da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo (UPPM/SEC), tendo como instância organizacional o Grupo Técnico de Coordenação do Sistema Estadual de Museus (GTC SISEM-SP). Para saber mais acesse: www.sisemsp.org.br

Museu da Imagem e do Som de São Paulo (MIS-SP)

O Museu da Imagem e do Som foi criado em 29 de maio de 1970, já vinculado à Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo. O MIS, gerenciado por uma parceria público-privada entre a Organização Social de Cultura Paço das Artes e a Secretaria da Cultura do Estado de São paulo, tem sua atuação baseada em áreas pensadas para agir de forma coordenada e complementar. Em 2011, por meio de um novo planejamento, o museu passou a ser um espaço de encontro para a população paulista, onde a pluralidade na programação artística e a efervescência cultural prevalecem. Para saber mais acesse: www.mis-sp.org.br

Serviço:
Exposição "As Cinzas da Quarta"
Abertura: 2/10, às 20h30
Período: de 3/10 a 1/11/2015
Bate-papo: 3/10; às 10h
Local: Museu de Arte Pedro Manuel-Gismond (Rua Barão do Amazonas, nº 323 - Ribeirão Preto/SP)
Horário: terça a sexta-feira, das 9h às 18h, e aos sábados, domingos e feriados, das 12h às 18h
Informações: (16) 3635-2421 ou (16) 3491-0089
Entrada: gratuita



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