segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Mitos da gagueira refletem desinformação sobre o problema

A população em geral dispõe de pouco conhecimento sobre o problema da disfluência, comumente conhecido como “gagueira”. Desta forma, a pessoa que gagueja acaba sofrendo preconceito na hora de buscar uma colocação profissional, em uma entrevista de emprego, no ambiente de trabalho ou em seu ambiente de convívio familiar e social.
“O gago sempre é motivo de piada e brincadeiras e, muitas vezes, não é levado a sério, devido à sua dificuldade de fala”, explica Érica Ferraz, fonoaudióloga do Grupo Microsom, uma das mais conceituadas empresas de soluções auditivas e a única a oferecer um produto para tratamento da gagueira, o SpeechEasy.
A fonoaudióloga responde algumas dúvidas comuns sobre o tema, ensina a conviver com os portadores de disfluência e apresenta formas de amenizar este problema.

- A gagueira é contagiosa ou pode-se ficar gago ao conviver com uma pessoa que têm este distúrbio da fala?
Não, a gagueira não é contagiosa e não “pega”. Portanto, não é transmitida pelo convívio com pessoas que gaguejam. Ninguém deve ter receio de conversar ou interagir com pessoas que gaguejam.
Os estudos científicos mostram que a gagueira tem um caráter genético. Desta forma, nos casos de herança genética, pessoas da mesma família, de diferentes gerações, podem manifestar gagueira.

- A disfluência tem cura? Quais são os tipos de tratamento?Por enquanto, não há cura para a gagueira, no sentido de eliminar o caráter genético e/ou orgânico envolvido. O que existem são diferentes linhas de tratamento para a promoção da fluência, de forma a reduzir os sintomas, que são repetições, prolongamentos, pausas, bloqueios e outros problemas ao falar. Por ser um distúrbio de fala, o tratamento mais adequado para a gagueira é o fonoaudiológico.
Atualmente, a tecnologia é uma grande aliada no tratamento de algumas pessoas que gaguejam. Alguns aparelhos têm mostrado excelentes resultados na promoção de fluência da fala.
No Brasil, o SpeechEasy está sendo comercializado desde 2008. Ele age no cérebro desencadeando o efeito coro, um fenômeno natural que reduz a gagueira. É uma opção de tratamento importante, uma vez que pode ser de grande auxílio em situações agravantes para aqueles que gaguejam, como reuniões e apresentações em público. O SpeechEasy já é comercializado em diversos países do mundo e os resultados positivos estão sendo relatados por meio de diversos estudos. Aqui, no Brasil, algumas pesquisas já estão sendo realizadas com este recurso e deverão ter seus resultados divulgados em breve.
O SpeechEasy é um tratamento possível, que une tecnologia avançada e conforto para a pessoa que gagueja, mas deve ser utilizado em combinação com tratamento fonoaudiológico especializado para que seu benefício seja otimizado.

- O aparelho usado para a gagueira é inserido na garganta ou na orelha?
O SpeechEasy é um dispositivo portátil, usado na orelha e confeccionado de forma personalizada para cada usuário. O objetivo dele é reproduzir o efeito coro, por isso é utilizado no orelha.

- O que é o efeito coro?
O efeito coro é um fenômeno natural e tema de muitas pesquisas há décadas. Ele ocorre quando uma pessoa que gagueja fala ou lê ao mesmo tempo em que outra pessoa, reduzindo a gagueira. O SpeechEasy, por fazer a voz do usuário alcançar o cérebro com um ligeiro atraso e com um tom diferente, fornece a sensação da pessoa estar falando ao mesmo tempo em que outro indivíduo, desencadeando o efeito coro, que reduz a gagueira.

- Como uma pessoa normal deve lidar com um gago?
As pessoas devem encorajar a pessoa que gagueja a falar, dando atenção e demonstrando interesse em conversar com ela. Não se deve pedir para a pessoa ter calma, pensar, respirar e falar devagar. Além disso, deve-se esperar que a pessoa que gagueja termine de falar, sem completar a fala dela, o que muitas vezes acontece de forma equivocada.

- A partir de que idade pode se detectar/diagnosticar o distúrbio?A fala se desenvolve principalmente nos três primeiros anos de vida. Entre os 2 e os 6 anos, é comum que a criança apresente dificuldade em falar algumas palavras ou alguns sons mais difíceis. Neste período de aquisição de linguagem, a criança pode gaguejar, por estar em plena fase de aprendizagem da língua e por ainda não ter certeza de como pronunciar determinados sons. Nesses casos, pode haver a remissão espontânea da gagueira, quando o processo de aprendizagem se completa. Porém, a gagueira pode evoluir e se manifestar de diversas formas e intensidades entre as pessoas e em diferentes períodos da vida de uma mesma pessoa. A gagueira costuma oscilar entre períodos de maior ou menor fluência. Caso a gagueira comece a ficar mais frequente, recomenda-se avaliação e tratamento ou acompanhamento fonoaudiológico. Quanto mais cedo o tratamento for iniciado, melhores poderão ser os benefícios da terapia.

- Quais são os problemas que os gagos enfrentam no dia-a-dia?
A gagueira é um distúrbio de fala que é facilmente notado. Como estamos em uma sociedade em que a fala fluente é importante e comumente associada à inteligência, competência e domínio em relação a um determinado assunto, uma pessoa disfluente pode ser vista como ansiosa, incompetente e até mesmo com problemas emocionais. Aliás, a maior parte das pessoas acredita que a origem da gagueira é apenas emocional, sendo que, na verdade, é uma associação de fatores genéticos, sociais e psicológicos.
A pessoa que gagueja muitas vezes é prejudicada em uma entrevista para um emprego, por exemplo. Falar ao telefone é outra situação em que o indivíduo que gagueja encontra, geralmente, grandes dificuldades. Esses problemas, associados às crenças equivocadas sobre a origem da gagueira e o preconceito contra as pessoas que gaguejam, podem provocar isolamento e outros problemas sociais a esses indivíduos.
É comum as pessoas não terem paciência para escutar o que a pessoa que gagueja tem a dizer, interferindo na sua fala ou até mesmo completando o que acredita-se que o disfluente iria falar. Muitas pessoas que gaguejam relatam histórias em que aceitaram alguma coisa que não desejavam apenas para não estenderem a situação desconfortável. Por exemplo, podemos citar um paciente no restaurante que, ao tentar pedir um prato de sua preferência, viu-se diante de uma situação em que sua dificuldade de fala gerou impaciência nas pessoas da mesa e no garçom que anotava o pedido. Ele acabou apenas dizendo “o mesmo”, referindo-se ao pedido de outra pessoa, que nada tinha a ver com o que ele realmente desejava jantar e terminou a noite insatisfeito.
Grande parte das pessoas que gaguejam se queixa, portanto, de ter sua disfluência associada a aspectos de sua capacidade intelectual e profissional. Algumas delas referem a não conseguir acompanhar o curso de faculdade, arrumar um trabalho ou até mesmo namorar em consequência da sua disfluência. Por esses motivos, a pessoa que gagueja muitas vezes pode apresentar baixa auto-estima e grande sofrimento interno.
Em se tratando de um distúrbio que não afeta a inteligência nem outras habilidades do indivíduo, a gagueira não deve impedir que a pessoa que gagueja trabalhe, estude e seja bem sucedida profissional e pessoalmente.
Por outro lado, algumas pessoas que gaguejam encaram a sua disfluência de outra forma e acabam por “usá-la” a seu favor no seu grupo de amigos ou com a família, tornando-se o centro das atenções, por meio de brincadeiras e piadas. A forma como a gagueira interfere na vida social do indivíduo depende muito de como é a personalidade do mesmo e de sua relação com as pessoas.

Gagos Famosos: Armandinho (cantor) Aristóteles, Bruce Willis, Rei Carlos I, Charles Darwin, Demóstenes, Isaac Newton, José Saramago, Julia Roberts, Lewis Carrol, Rei Luís II, Marylin Monroe, Moisés, Murilo Benício, Imperador Napoleão o Primeiro, Nelson Gonçalves, Robert Boyle, Scatman John, Theodore Roosevelt, Virgílio.

De acordo com o IBGE, a população brasileira é de 192 milhões de pessoas. Segundo o Instituto Brasileiro de Fluência (IBF), a incidência da gagueira no Brasil é de 5%, ou seja, 9,5 milhões de brasileiros estão passando por um período de gagueira neste momento. Este número é maior do que a população da cidade do Rio de Janeiro. A prevalência da gagueira é de 1%, ou seja, 1,9 milhão de brasileiros gaguejam há muitos anos de forma persistente, crônica. Este número é maior do que a população de Manaus ou Curitiba.

Sobre o Grupo Microsom
O Grupo Microsom é uma das mais conceituadas empresas de soluções auditivas e a única em tratamento da gagueira. A companhia foi fundada em 1991 e oferece soluções de bem-estar para pacientes com problemas auditivos e de gagueira.
Desde 1994, o Grupo Microsom é o distribuidor exclusivo da empresa canadense de aparelhos auditivos Unitron Hearing. Com o intuito de oferecer novas e melhores soluções para o bem-estar, desde 2008, a companhia comercializa o SpeechEasy, único aparelho no mundo para tratamento da gagueira. O SpeechEasy é um discreto aparelho que promove a fluência em pessoas que gaguejam e que são adaptados a partir da necessidade individual de cada paciente.
Com o intuito de proporcionar um atendimento personalizado, o Grupo Microsom conta com profissionais altamente capacitados e oferece serviços diferenciados e especializados, em uma estrutura de primeira linha, com laboratórios equipados com os mais modernos recursos e ferramentas para confecção de moldes auriculares e aparelhos auditivos intra-aurais, além de uma ampla sala de assistência técnica, com equipamentos de última geração para avaliação, revisão e limpeza de circuitos digitais.
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Assista o vídeo:

Para tornar-se seguidor do SpeechEasy no Twitter, acesse: twitter.com/speecheasybr.
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I Desafio Subaquático

Para marcar o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, hoje, 21 de setembro, 26 deficientes aceitaram o convite e participaram do ‘I Desafio Subaquático’, neste domingo (20), na ADC Quattor, em Santo André. Os convidados especiais são alunos e ex-alunos do Núcleo de Apoio à Natação Adaptada de Santo André (Nanasa), mantido pela Prefeitura, com patrocínio da APOLO (Associação das Indústrias do Pólo Petroquímico do Grande ABC).

O turismo submarino na piscina com deficientes é inédito no ABC e pela primeira vez foi praticado, no mesmo evento, por um grande número de participantes. A atividade, conhecida como batismo de mergulho, contou com o apoio da HSA (Handcapped Scuba Association), programa mundial pioneiro na realização de atividades subaquáticas para pessoas com deficiências, além de instrutores de Educação Física.
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domingo, 6 de setembro de 2009

ORAÇÃO DO ENFERMO

Senhor, coloco-me diante de ti em atitude de oração.
Sei que me ouves, tu me penetras, tu me vês.
Sei que estou em ti, e que tua força está em mim.
Olha para este meu corpo marcado pela doença.
Tu sabes, Senhor, o quanto me custa sofrer.
Sei que não te alegras com o sofrimento de teus filhos.
Dá-me Senhor força e coragem para vencer os momentos de desespero e cansaço.
Torna-me paciente e compreensivo, simples e modesto.
Neste momento, eu te ofereço as minhas preocupações, angústias e sofrimentos para que eu seja mais digno de ti.
Aceita, Senhor, que eu una os meus sofrimentos aos sofrimentos de teu Filho Jesus, que por amor aos homens deu sua vida no alto da Cruz. Amém
(Crei em Deus pai, Pai Nosso e Ave Maria)

O DIA MUNDIAL DO ENFERMO, instituído pelo Papa João Paulo II é celebrado todos os anos no dia 11 de fevereiro, festa de Nossa Senhora de Lourdes, tem como finalidade, sensibilizar o povo de Deus e de toda a comunidade para dar mais atenção aos doentes, ajudá-los a valorizar o sofrimento, envolver as comunidades na Pastoral da Saúde, estimular o voluntariado, reconhecer a importância espiritual do doente.
Todos os anos o Papa envia uma mensagem especial para o dia desta celebração, animando bispos, padres, religiosos, leigos e pessoas de boa vontade.

PADRES ASSESSORES E CURSOS DA PASTORAL DA SAÚDE / São Paulo:
Região Episcopal Sé:
Pe. Júlio Munaro
Coordenador Geral da Pastoral da Saúde na Arquidiocese de São Paulo
Av. Pacaembu, 954 - Tel: 11 3826-4999 /Fax: 3826-3148
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Região Episcopal - Belém
Pe. Luiz Fernando de Oliveira
Av. Alvaro Ramos, 336 - Tel: 11 2693-0737 / Fax:2693-5620
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Região Episcopal Brasilândia
Pe. Edson Jorge Feltrin / Diac. Otoniel Profiro de Morais
R Rodrigues Blandy, 55 - Tel: 11 3924.0020/ Fax: 3924-0855
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Região Episcopal Santana
Pe. Zacarias José de Carvalho Paiva / Pe. Alfredo Granzotto
R Enrico Gaspar Dutra, 1877 - Tel: 11 2991-5335 / 2203-6836
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Região Episcopal Ipiranga
Pe. Manoel Quintino Alves
R Xavier de Almeida, 818 - Tel: 11 2274-8500 / 2274-8819
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Região Episcopal Lapa
Pe. Raimundo Ribeiro Martins
R Afonso Sardinha, 62 - Tel: 11 3834-7141 / 3834-1020
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TURISMO ACESSÍVEL para deficientes

No Brasil hoje existem mais de 25 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência, seja física, visual, auditiva ou mental, e milhões de outras pessoas que podem manifestar dificuldades de locomoção e comunicação tais como idosos, gestantes, obesos, entre outras, consideradas com mobilidade reduzida.
Em pleno século XXI essa grande aprcela da sociedade ainda encontra enormes barreiras para desfrutar das satisfações que o turismo proporciona.
Existem algumas agências de viagens, como a Accessible Tour que oferecem aos deficiêntes roteiros especiais com hospedagem e transporte para atender as pessoas com necessidades especiais.

Informações:
Accessible Tour
http://www.accessibletour.com.br/
R da Consolação, 293, cj. 32
Tels: 11 3138-3477 /7885-7601 / Nextel: 55*9*17696
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COMO DISTRAIR AS CRIANÇAS NA FESTA DE CASAMENTO

Nada como uma lembrancinha capaz de prender a atenção das crianças nos ambientes dos adultos não é? Criar um espaço para os pequenos ...