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quarta-feira, 3 de julho de 2019

Relacionamento é para somar, não subtrair




Camilla Couto, Orientadora Emocional para Mulheres, com foco em Relacionamentos, lembra que gente é pra brilhar, não pra se apagar por amor. Relacionamento é para somar, não para subtrair, nem fazer sofrer. Veja o que ela fala sobre o assunto.


Estar em um relacionamento amoroso é importante? Segundo Camilla Couto, Orientadora Emocional para Mulheres, com foco em relacionamentos, pode ser muito importante: “vivemos para nos relacionar e é indiscutível o quanto aprendemos e crescemos por meio dos relacionamentos. Mas, quando fazemos de TUDO para estar em uma relação de casal ou para mantê-la a qualquer custo, podemos acabar nos anulando. E aí, ao invés de somar à nossa vida e ao nosso desenvolvimento pessoal, a relação pode nos prejudicar e diminuir”.

A orientadora lembra que, se a gente se entrega demais a uma relação em que não há equilíbrio, em vez de a gente brilhar ainda mais na presença do outro, acontece o oposto: ofuscamos o nosso brilho: “anular-se constantemente na tentativa de fazer um relacionamento funcionar é como viver morrendo de fome – de atenção, de afeto, da própria essência. E quando nos perdemos de nós mesmos, qualquer relacionamento perde o sentido”, enfatiza.

Camilla pondera: “é triste constatar que nos dias de hoje ainda há muitas pessoas acreditando que é preciso estar numa relação amorosa para se sentirem completas e valorizadas. Mas, a verdade é que pode ser o contrário. Se o relacionamento não for saudável, em vez de agregar e complementar, nos suga, diminui e prejudica. E aí é que mora o grande problema, pois os custos para estar numa relação assim são altos demais.

Ainda há quem aceite se afastar dos próprios valores, sonhos e até de si mesmo para estar num relacionamento a dois. As consequências desse tipo de comportamento podem ser bastante prejudiciais a médio e longo prazos. E é por isso que muitas das mulheres que me procuram para atendimentos sobre relacionamentos estão, na verdade, sedentas de si mesmas”.

A orientadora explica por que isso acontece: “porque tendemos a achar que o problema e a causa da nossa infelicidade está na relação ruim, no outro, na falta de atenção, na vida corrida, na ausência de carinhos e elogios, no ciúme exagerado do outro. Só que, ao olharmos bem, descobrimos que a falta que sentimos, a origem do que vemos como problema, está dentro de nós. Ao escolhermos nos anular e nos afastar da nossa essência, sentimos falta de nós mesmos”. Segundo ela, nos diminuímos demais para caber numa realidade que não nos agrega e, por isso, acabamos nos percebendo pequenos, sem futuro, sem sonhos, sem amor. E, principalmente, sem amor-próprio.

“Eu acredito que não há melhor forma de evoluir senão através dos relacionamentos. Mas não podemos deixar que a necessidade de estar numa relação seja maior do que o olhar sobre nós mesmos e o nosso próprio bem-estar. Temos que aceitar a realidade de que para [re]descobrir quem realmente somos, muitas vezes, temos que estar sozinhos”, lembra ela, que complementa: “é fácil perceber quando é o momento... se te apaga, se te faz sofrer, se te apequena, não te faz brilhar. E, se não te faz brilhar, qual o sentido da relação? Gente é pra brilhar, não pra se apagar por amor”!

Camilla finaliza com um lembrete: o de que nem todo relacionamento que não anda bem ofusca o nosso brilho. “Relacionamentos são feitos de fases e, definitivamente, não são um mar de rosas. No entanto, fazer um balanço e nos perceber dentro da relação é muito importante e nos dá um norte. Como VOCÊ tem se sentindo na relação? Como tem agido? Você tem sido quem realmente é? Ou tem escolhido se anular? Por quê? Talvez, a mudança de postura precise partir de você. Muitas vezes, não é o outro que te diminui, mas você quem esqueceu da sua força e de quem é de verdade. Resgate sua força interior, mostre seu brilho. Relacione-se! Mas que seja para somar ainda mais amor ao que você já tem aí dentro. Jamais subtrair”.

Sobre Camilla Couto


Camilla Couto é Orientadora Emocional para Mulheres, com foco em Relacionamentos. Criadora/ autora do Blog das Amarildas e fundadora do PAR - Programa Amarildas de Relacionamentos. Orientadora emocional, Terapeuta Floral (TF-153-17/SP) e Contoterapeuta, viveu durante 8 anos no exterior conhecendo diferentes culturas e comportamentos. No blog amarildas.com.brcompartilha seus estudos sobre amor, relacionamentos e dependência emocional - com o propósito de promover mais entendimento sobre esses temas e de incentivar as mulheres a se amarem e valorizarem cada vez mais.

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quinta-feira, 29 de julho de 2010

O PEDINTE AMOROSO

Num fim de tarde de 2010, num cruzamento próximo da Assembléia Legislativa em São Paulo, encontrei com este senhor pedindo esmolas.
O que me chamou a atenção foi a cena daquele homem humilde, em sua cadeira de rodas com dois cãezinhos no colo, um sem raça definida e o menorzinho é um pinsher. Eles pareciam bem alimentados, limpos e cuidados.
Os bichinhos mostravam satisfação em estar alí e o homem também sentia-se feliz e confiante com a companhia de seus fiéis escudeiros.
Acho que um dava força e ânimo ao outro. Por isso ele brincava com todo mundo que parava no farol.
Quando pedi a ele para posar para esta foto, ele colocou a mão na boca dos cachorros e disse: Vai! dá um sorriso pra sair bonitinho na foto. 'Que ficou engraçada...'
Este é mais um personagem anônimo de São Paulo. Imagine quantas pessoas por dia, deparam com esta cena no farol, num ponto nobre da cidade, próximo ao Parque do Ibirapuera e Jardins. Gostaria de saber o que existe por trás dessa criatura, qual a sua história, o que o deixou numa cadeira de rodas e qual a fé que o mantém sorridente e amoroso com os animais. Cena contraditória à realidade de muitos dos ricos e classe média da região que possuem de tudo e mesmo assim, não são felizes.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Encontro discutiu problemas criados pelo preconceito racial

A Secretaria de Participação e Parceria (SMPP) promoveu no último dia 30, no auditório do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), o Encontro sobre Discriminação e Psiquiatria. O evento, promovido pela Coordenadoria dos Assuntos da População Negra (Cone), em parceria com o Cremesp, reuniu profissionais da área da saúde que abordaram o tema como uma doença presente na sociedade.
Na abertura do encontro, a coordenadora da Cone, Maria Aparecida Laia, presidiu uma mesa de discussões com o psiquiatra Mauro Aranha, conselheiro do Cremesp, e a conselheira do Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo, Andréia Porto. Mauro Aranha afirmou que o reconhecimento é respeitar o outro, aquele que não parece consigo mesmo. "A pessoa discriminada não é reconhecida na sociedade", afirmou o psiquiatra.
O evento seguiu com duas mesas de discussões, a primeira sobre Discriminação e Psiquiatria e contou com as presenças de Telmo Kiguel, coordenador do Projeto Discriminação da Associação Brasileira de Psiquiatria e Artemio Longhi do Instituto Internacional de Orientação Pessoal e Profissional. Telmo Kiguel informou que o foco dos seus trabalhos está no discriminador, diferente dos principais projetos desenvolvidos sobre a temática, que aborda essencialmente o discriminado.
A segunda mesa teve como debatedores Marisa Correia da Silva, do Instituto AMMA Psique e Negritude, a psicóloga Maria José de Assis Souza do Instituto do Negro Padre Batista e Alberto Antonio Comuana, assistente social do Hospital Psiquiátrico João XXII. Os convidados trataram do tema Transtornos e preservação da saúde mental das vítimas de preconceito.
Sobre o tema, Maria José de Assis destacou os principais transtornos identificados nos pacientes atendidos no Instituto do Negro Padre Batista como crise de choro, fobia frente ao agressor, depressão, pensamentos suicidas entre outros.
No final do encontro, a Cone fez o lançamento do livro Construindo a Igualdade Racial: 1º. Prêmio para Artigos de Graduação e Pós - Graduação sobre a Questão Racial, que reúne uma coletânea de artigos sobre o assunto.

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